O Cerco de Corintho, poema de Lord Byron, traduzido em verso portuguez
Notas de transcrição:
Foi mantida a grafia usada na edição original de 1839, tendo sido corrigidos apenas pequenos erros tipográficos evidentes.
O CERCO DE CORINTHO,
POEMA
LORD BYRON,
TRADUZIDO EM VERSO PORTUGUEZ,
POR
H. E. A. C.
PORTO.
TYPOGRAPHIA COMMERCIAL PORTUENSE. LARGO DE S. JOÃO NOVO N. 12.
1839.
Alma prestante, onde reside e impera O Genio da Amizade, Que a luminosa esfera Deixou, para acudir á humanidade, Sumida em pesadumes e agonias, Em feia escuridade! Alma onde o typo eterno não se encobre, E que, n'estes d'egoismo ferreos dias, O instante de ser util só vigias, Sincera, affavel, nobre! Acceita, em oblação a ti votado, Ancioso de agradar-te, este traslado.