A Neta do Arcediago
No livro impresso a partir do qual foi feita esta transcrição, existia um grave erro de impressão na página 179, no parágrafo que começa com a frase: Não obstante a escaramuça, a cohorte estendia por longe o terror. Este erro de impressão tornava ilegível o parágrafo, pelo que foi corrigido de acordo com uma edição das obras completas de Camilo de 1984.
Foram ainda encontrados diversos erros de impressão, que por não terem qualquer impacto na interpretação do texto, foram corrigidos sem qualquer nota.
A NETA DO ARCEDIAGO.
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A NETA DO ARCEDIAGO.
POR
CAMILLO CASTELLO-BRANCO.
SEGUNDA EDIÇÃO.
PORTO, EM CASA DE CRUZ COUTINHO—EDITOR, Rua dos Caldeireiros, n. os 18 e 20. 1860.{4}
PORTO: 1860—TYP. DE SEBASTIÃO JOSÉ PEREIRA, Rua do Almada, 641.{5}
Convém, primeiro, saber quem é este cavalheiro, que salta garbosamente d'uma carruagem com uma dama vestida de branco, defronte do theatro de S. Carlos, em Lisboa, em uma noite de fevereiro de 1838.
Por não apurar impaciencias, diga-se tudo já. Este cavalheiro é Luiz da Cunha e Faro. Aquella dama é... Nem tanta bondade! Não se póde dizer, por ora, quem é a dama. Se o leitor é esperto, como supponho, ha de adivinhal-a logo, e, de certo, fica muito contente da sua penetração.