A correspondência de Fradique Mendes / memórias e notas
Porto—Imprensa Moderna
Et pourtant vous serez semblable à cette ordure,
A cette horrible infection,
Étoile de mes yeux, soleil de ma nature,
Vous, mon ange et ma passion!
Alors, oh ma beauté, dites à la vermine
Qui vous mangera de baisers,
Que j'ai gardé la forme et l'essence divine
De mes amours décomposés!
Mas a hora chegára: abracei Fradique com singular emoção. A vela fôra içada á briza suave que arripiava a folhagem das mimosas. Á prôa o arraes, espalmando as mãos para o céo, clamou:—«Em nome de Allah que nos leve, clemente e misericordioso!» Ao redor, d'outras barcas, vozes lentas murmuraram:—«Em nome de Allah que vos leve!» Um dos remadores, sentado á borda, feriu as cordas da dourbaka , outro tomou uma flauta de barro. E entre bençãos e cantos a vasta barca fendeu as aguas sagradas, levando para Thebas o meu incomparavel amigo.
ao visconde de a.-t.
Londres, maio.