Nocturnos - Gonçalves Crespo

Nocturnos

Nota de editor: Devido à existência de erros tipográficos neste texto, foram tomadas várias decisões quanto à versão final. Em caso de dúvida, a grafia foi mantida de acordo com o original. No final deste livro encontrará a lista de erros corrigidos.
Rita Farinha (Novembro 2013)
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LISBOA—Imprensa Nacional
A ti, ó boa e rara e fiel amiga,
A mais sancta e a melhor das companheiras, A ti, ó flôr mimosa e alma antiga, —Doce Premio que ris ao meu cançaço— A ti, ó meu Conselho, estas ligeiras Folhas que ponho a medo em teu regaço.
Perguntaste-me um dia a vida que eu levava.
Mimosa e eburnea flôr,
Em antes de te vêr; respondo-te: sonhava...
Ouviste, meu amôr?
Não era bem sonhar: ás vezes largo espaço
Ficava-me a sorrir

Gonçalves Crespo
О книге

Язык

Португальский

Год издания

2013-11-17

Темы

Portuguese poetry -- 19th century

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