Nova Castro: tragedia
Eis, ó Senhor, os filhos de teu filho. Que vem com tristes lagrimas rogar-te Que d'esta triste Mãi te compadeças. Act. IV. Scen. III
LISBOA, Na Impressão Regia. 1830. Com Licença da Mesa do Desembargo do Paço.
Vende-se na Loja de Livros de João Henriques, Rua Augusta N.o 1.
A Scena he em Coimbra, n'huma Sala do Palacio, em que reside D. Ignez.
A Acção começa ao romper do dia.
Ignez, e Elvira.
Ign.(1) Sombra implacavel! Pavoroso Espectro! Não me persigas mais... Constança! Eu morro.(2)
(1) Ignez entra na Scena delirante, e horrorisada. (2) Assenta-se desfallecida.
Elv. Que afflição!.. Que delirio!.. Oh Deos! Senhora...
Ign.(3) Onde está... onde está o meu Esposo?...
(3) Ainda fora de si, e atemorisada.
Elv. O Principe, Senhora, inda repousa, Tudo jaz em silencio: tu sómente, Negando-te ao socego, atribulada, Neste Paço, ululando, errante vagas? Que dor acerba o coração te rasga? Que sonhadas visões assim te ancêão?
João Baptista Gomes Júnior
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NOVA CASTRO,
TRAGEDIA
JOÃO BAPTISTA GOMES JUNIOR.
QUINTA EDIÇÃO
COROAÇÃO.
ACTORES.
ACTO I.
Scena I.
Scena II.
Scena III.
Scena IV.
Scena V.
ACTO II.
Scena I.
Scena II.
Scena III.
Scena IV.
Scena V.
Scena VI.
Scena. VII.
Scena VIII.
Scena IX.
Scena X.
ACTO III.
Scena I.
Scena II.
Scena III.
Scena IV.
Scena V.
Scena VI.
Scena VII.
ACTO IV.
Scena I.
Scena II.
Scena III.
Scena IV.
Scena V.
Scena VI.
ACTO V.
Scena I.
Scena II.
Scena III.
Scena IV.
Scena V.
Scena VI.
Scena VII.
Scena VIII.
Scena IX.
Scena X.
Fim.