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[«a dedicatoria da Maria Moysés a Thomaz Ribeiro.»]

Diz o texto d'essa dedicatoria:

A

THOMAZ RIBEIRO

«São passados dez annos depois que vieste aqui. Foi hontem; e a pedra onde gravei o teu nome está denegrida como a dos tumulos antigos. Debaixo d'ella estão dez annos da nossa vida. Jazem ali os homens que então eramos. Estou vendo Castilho encostado ao frizo da columna tosca; estou ouvindo os teus versos recitados em nome de meus filhos... Ah! é verdade... tu não os recitaste porque tinhas lagrimas na voz e no rosto. Que faria de ti a politica, meu querido, meu poeta da patria e da alma:

«S. Miguel de Seide, novembro de 1876.»