§ INCUMBE-NOS EXERCEL-A:

Renunciando á impiedade e ás paixões mundanas. Rom. vi, 12; Tit. ii, 12.

Dominando os nossas appetites. Prov. xxiii, 2.

Abstendo-nos de prazeres carnaes. 1 Ped. ii, 11.

Não vivendo para as paixões do mundo. 1 Ped. iv, 2.

Mortificando os desejos peccaminosos. Marc. ix, 43; Col. iii, 5.

Fazendo perecer as obras da carne. Rom. viii, 13.

Não nos satisfazendo a nós mesmos. Rom. xv, 1-3.

Não buscando o nosso proveito. 1 Cor. x, 24, 33; xiii, 5; Filip. ii, 4.

Preferindo que outros aproveitem. Rom. xiv, 20, 21; 1 Cor. x, 24, 33.

Ajudando o proximo. Luc. iii, 11.

Renunciando mesmo a coisas legaes. 1 Cor. x, 23.

Renunciando a tudo. Luc. xiv, 33.

Tomando a Cruz e seguindo a Christo. Matt. x, 38; xvi, 24.

Crucificando a carne. Gal. v, 24.

Sendo crucificado com Christo. Rom. vi, 6.

Sendo crucificado para o mundo. Gal. vi, 14.

Despojando-vos do homem velho, que está corrupto. Ef. iv, 22; Col. iii, 9.

Preferindo Christo a todos os interesses mundanos. Matt. viii, 21, 22; Luc. xiv, 26.

É propria de estrangeiros e peregrinos. Heb. xi, 13, 15; 1 Ped. ii, 11.

Descurar d’ella é perigoso. Matt. xvi, 25, 26; 1 Cor. ix, 27.

Premio. Matt. xix, 28, 29; Rom. viii, 13.

Resultado feliz. 2 Ped. i, 4.

Exemplos: Abrão, Gen. xiii, 9; Heb. xi, 8, 9; A viuva de Sarepta, 3 Reis, xvii, 12, 15; Esther, Est. iv, 16; Recab, Jer. xxxv, 6, 7; Daniel, Dan. i, 8-16; Os Apostolos, Matt. xix, 27; Simão, André, Thiago e João, Marc. i, 16-20; A viuva pobre, Luc. xxi, 4; Os Christãos primitivos, Act. ii, 45; Act. iv, 34; Barnabé, Act. iv, 36, 37; Paulo, Act. xx, 24; 1 Cor. ix, 19, 27; Moysés, Heb. xi, 24, 25.


N.o 4. Accesso a Deus.

É de Deus. Psal. lxiv, 5.

É mediante Christo. João, x, 7, 9; João, xiv, 6; Rom. v, 2; Ef. ii, 13; iii, 12; Heb. vii, 19, 25; x, 19; 1 Ped. iii, 18.

É mediante o Espirito Santo. Ef. ii, 18.

Mediante a fé. Act. xiv, 27; Rom. v, 2; Ef. iii, 12; Heb. xi, 6.

Mediante a reconciliação com Deus. Col. i, 21, 22.

Mediante a oração. Deut. iv, 7; Matt. vi, 6; 1 Ped. i, 17 (Vid. Oração).

É no seu templo. Ps. xiv, 1; xxvi, 4; xlii, 3; lxiv, 5.

Para obter misericordia e graça. Heb. iv, 16.

É privilegio dos justos. Deut. iv, 7; Ps. xiv; xxii, 6; xxiii, 3, 4.

Os justos estão certos d’elle. Ef. iii, 12; Heb. iv, 16; x, 19, 22; Rom. v, 2.

É concedido a peccadores arrependidos. Oseas, xiv, 2; Joel, ii, 12 (Vid. Arrependimento).

Os justos desejam-o anciosamente. Ps. xxvi, 4; xli, 2, 3; xlii, 3; lxxxiii, 2, 3.

Manda-se aos impios, que diligenceiem obtel-o. Isa. lv, 6; Thiago, iv, 8.

Incita-se outros a obtel-o. Isa. ii, 3; Jer. xxxi, 6.

Promessas com relação a elle. Ps. cxliv, 18; Isa. lv, 3; Matt. vi, 6; Thia. iv, 8.

A bemaventurança do Accesso. Ps. xv, 10; lxiv, 5; lxxii, 28.

Typificado. Lev. xvi, 12-15; Heb. x, 19-22.

Exemplo: Moysés, Ex. xxiv, 2; xxxiv, 4-7.


N.o 5. Acção de Graças.

Christo deu-nos o exemplo. Matt. xi, 25; xxvi, 27; João, vi, 11; xi, 41.

É prática das hostes celestes. Apoc. iv, 9; vii, 11, 12; xi, 16, 17.

É-nos ordenada. Ps. xlix, 14; Filip. iv, 6.

É do nosso dever. Ps. xci, 1.