§ OS IMPIOS:
Desviam-se da busca. Ps. xiii, 3; Rom. iii, 11, 12.
Não preparam os seus corações para ella. 2 Paral. xii, 14.
Recusam-se por soberba. Ps. ix (2.a parte), 4.
Não os leva a ella a tribulação. Isa. ix, 13.
Algumas vezes fingem. 1 Esd. iv, 2; Isa. lviii, 2.
São rejeitados quando vão tarde. Prov. i, 28.
São denunciados os que descuram d’ella. Isa. xxxi, 1.
Castigos dos negligentes. Sof. i, 4-6.
Exemplos: Asa, 2 Paral. xiv, 7; Josafat, 2 Paral. xvii, 3, 4; Ozias, 2 Paral. xxvi, 5; Ezequias, 2 Paral. xxxi, 21; Josias, 2 Paral. xxxiv, 3; Esdras, 1 Esd. vii, 10; David, Ps. xxxiii, 5; Daniel, Dan. ix, 3, 4.
N.o 26. Caridade.
Explicada, 1 Cor. xiii, 4-7.
Prescripta. Col. iii, 14. (Vid. Amor á Humanidade.)
N.o 27. Castidade.
É-nos ordenada. Ex. xx. 14; Prov. xxxi, 3; Act. xv, 20; Rom, xiii, 13; Col. iii, 5; 1 Thes. iv, 3.
Deve observar-se no olhar. Job, xxxi, 1; Matt. v, 28.
No coração. Prov. vi, 25.
No discurso. Ef. v. 3.
No nosso corpo. 1 Cor. vi, 15-18.
É conservada pela prudencia. Prov. ii, 10, 11, 16; vii, 1-5.
Deus conserva a dos justos. Ecc. vii, 27.
Vantagens que ella nos procura. 1 Ped. iii, 1, 2.
Devemos evitar aquelles que a não possuem. 1 Cor. v, 11; 1 Ped. iv, 3.
Os impios não a possuem. Rom. i, 29; Ef. iv, 19; 2 Ped. ii, 14; Jud. 8.
É perigosa a tentação de a menosprezar. 2 Reis, xi, 2-4.
Consequencias de conviver com aquelles que a não possuem. Prov. v, 3-11; vii, 25-27; xxii, 14.
A falta de castidade fecha-nos as portas do Céo. Gal. v, 19, 21.
A embriaguez tende a destruil-a. Prov. xxiii, 31-33.
Castigo da infracção. 1 Cor. iii, 16, 17; Ef. v, 5, 6; Heb. xiii, 4; Apoc. xxii, 15.
Motivos para ser casto. 1 Cor. vi, 19; 1 Thes. iv, 7.
Exemplos: Abimelech, Gen. xx, 4, 5; xxvi, 10, 11; José, Gen. xxxix, 7-10; Ruth, Ruth, iii, 10, 11; Booz, Ruth, iii, 13.
N.o 28. Cegueira Espiritual.
Explicada. João, i, 5; 1 Cor. ii, 14.
Causada pelo peccado. Isa. xxix, 10; Matt. vi, 23; João, iii, 19, 20.
Resulta d’ella a incredulidade. Rom. xi, 8; 2 Cor. iv, 3, 4.
É prova d’ella a falta de amor ao proximo. 1 João, ii, 9, 11.
É obra do demonio. 2 Cor. iv, 4.
Conduz ao mal. Ef. iv, 17-19.
É incompativel com a communhão com Deus. 1 João, i, 6, 7.
Nos ministros da Egreja, é fatal a elles e ao povo. Matt. xv, 14.
Os injustos e os impios andam em trevas. Ps. lxxxi, 5; Jer. v, 21.
Os que se justificam por suas obras andam em trevas. Matt. xxiii, 19, 26; Apoc. iii, 17.
A dos impios é voluntaria. Isa. xxvi, 11; Rom. i, 19-21.
Infligida judicialmente. Ps. lxviii, 24; Isa. xxix, 10; xliv, 18; Matt. xiii, 13, 14; João, xii, 40.
Devemos orar para que seja removida. Ps. xii, 4; cxviii, 18.
Christo encarregado de a remover. Isa. xlii, 7; Luc. iv, 18; João, viii, 12; ix, 39; 2 Cor. iv, 6.
Os ministros de Christo são luzes que a removem. Matt. v, 14; Act. xxvi, 18.
Os justos não andam em trevas. João, viii, 12; Ef. v, 8; Col. i, 13; 1 Thes. v, 4, 5; 1 Ped. ii, 9.
A cura explicada. João, ix, 7, 11, 25; Act. ix, 18; Apoc. iii, 18.
Exemplos: Israel, Rom. xi, 25; 2 Cor. iii, 15; Escribas e Phariseus, Matt. xxiii, 16, 24; A Egreja de Laodicéa, Apoc. iii, 17.
N.o 29. Ceia do Senhor, ou Communhão.
Prefigurada. Ex. xii, 21-28; 1 Cor. v, 7, 8.
Instituida. Matt. xxvi, 26; 1 Cor. xi, 23.
O seu objecto. Luc. xxii, 19; 1 Cor. xi, 24, 26.
É a communhão do corpo e sangue de Christo. 1 Cor. x, 16.
É necessario receber na Communhão pão e vinho. Matt. xxvi, 27; 1 Cor. xi, 26.
Está ordenado o exame de consciencia antes da Communhão. 1 Cor. xi, 28, 31.
Para se tomar dignamente é necessario purificar a vida e o coração. 1 Cor. v, 7, 8.
Os participantes devem pertencer totalmente a Deus. 1 Cor. x, 21.
A Egreja primitiva participava frequentemente. Act. ii, 42; xx, 7.