§ OS JUSTOS:

Soffrem improperios. 1 Tim. iv, 10; Heb. x, 33.

Soffrem pelo amor de Deus. Prov. lxix, 7.

Soffrem pelo amor de Christo. Luc. vi, 22.

Devem contar com elles. Matt. x, 25.

Não devem temel-os. Isa. li, 7.

Os ultrajes conturbam-os algumas vezes. Ps. xli, 11, 12; xliii, 17; lxviii, 21.

Algumas vezes comprazem-se n’elles. 2 Cor. xii, 10.

Deus dá-lhes força para os affrontarem. 2 Cor. xii, 10.

Deus livra-os. Ps. lvi, 4; cxviii, 42.

Oram quando os ultrajam. 4 Reis, xix, 4, 16; Ps. lxxxviii, 51.

Bemdizem os que os amaldiçoam. 1 Cor. iv, 12; 1 Ped. iii, 9.

Os ministros da Egreja não os devem temer. Ezeq. ii, 6.

Bemaventurados os que são vituperados pelo Nome de Christo. 1 Ped. iv, 14.

Bemaventurados aquelles a quem injuriam por causa do Senhor. Matt. v, 11; Luc. vi, 22.

Os maldizentes não entrarão no Reino de Deus. 1 Cor. vi, 10.

Castigos. Sof. ii, 8, 9; Matt. v, 22.

Exemplos: Os irmãos de José, Gen. xxxvii, 19; Golias, 1 Reis, xvii, 43; Micol, 2 Reis, vi, 20; Seméi, 2 Reis, xvi, 7, 8; Sennaquerib, Isa. xxxvii, 17, 23, 24; Os Amonitas e Moabitas, Sof. ii, 8; Os Phariseus, Matt. xii, 24; Os judeus, Matt. xxvii, 39, 40; João, viii, 48; O máu ladrão, Luc. xxiii, 39; Os philosophos de Athenas, Act. xvii, 18.


N.o 163. Incredulidade.

É peccado. João, xvi, 9.

É inseparavel de corrupção. Tit. i, 15.

Todos por natureza estão encerrados na incredulidade. Rom. xi, 32.