LVII

É noute; dorme tudo, e o mesmo gaz
Nos bicos dos candieiros em Lisboa;
E a lua sorrateira, e contumaz,
Espevita o morrão sobre a patroa:
—«Inda bem; a cidade está em paz!
Disse ella,—foi ligeira a macacôa.
Adeus té ámanhã, que torne a ver-vos;
Vou tomar chá de tilia p'ra os meus nervos.»