XVII

«Sou regenerador, eu digo-o ufano;
O bem do povo é sempre o nosso alvo;
Aborreço o governo que é tyranno.
Dos tributos, pranchadas sereis salvo;
Quem comigo votar não tema engano.»
Mas n'isto berra alguem:—«Oh seu papalvo,
Já todos conhecemos vossas manhas:
O povo não engole taes patranhas.»