XXIV
E caem os partidos, sempre os mesmos
Do governo os mandões, a mesma escola;
O estado a soffrer graves tenesmos,
Só nos resta o pedirmos inda esmola;
A fazenda consome-se em torresmos,
E vâmos n'um recúo-caranguejola;
Somos ricos e grandes de comedia.
A triste bancarota alguem impede-a?