XXVII
Sempre ás cristas, e sempre engalfinhados,
Cubiçando os poleiros das nações,
De ministros, de pares, deputados,
De camaras, de empregos; ambições
Porque morrem de amor e de cuidados,
Não lh'importam… (que grandes maganões!)
As venturas do povo… em palavrorios,
Sobem, descem com vivas, foguetorios.