XXXIX

Portugal, que entre todas as nações
Se distingue fiel á dynastia!
Que nobre de proezas, galardões,
No mundo inteiro houvera primasia!
Ha de hoje off'recer os seus brazões
Aos sonhos d'esta vã democracia,
Que elege e acclama por soberano
Este, aquelle, aquell'outro, um tal cicrano?!»