ZARA

A JOAQUIM DE ARAUJO

Feliz de quem passou por entre a magoa
E as paixões da existencia tumultuosa,
Inconsciente, como passa a rosa,
E leve, como a sombra sobre a agua.

Era-te a vida um sonho. Indefinido
E tenue, mas suave e transparente…
Acordaste, sorriste… e vagamente
Continuates o sonho interrompido.

1881.