IX
Deixa-me num fragil barco
Nas vagas de iroso mar,
Uma vez que nellas ouça,
Mesmo ao longe, o teu cantar!
Lancem-me na horrenda chamma
Da cratera d'um vulcão,
Uma vez que assim o indique
Tua nivea, linda mão!
O morrer por ti é vida;
Que importa viver sem ti?…
Nem sequer um ai sonhaste,
Quando em tantos me exhaurí!