VII

Que perversos instinctos, vis, horriveis
Alimentavam peitos tão malvados!...
Esses torpes facinoras, temiveis,
Dos negros calabouços escapados;
Do infortunio ás vozes insensiveis,
Sem dó nem compaixão dos desgraçados,
Que attonitos nas ruas encontravam,
Os mais horrendos crimes practicavam.