XII

Salve, Marquez, a quem Pombal foi berço,
Mais tarde exilio, tumulo na morte!
Do sepulchro em que ha tanto estás immerso
Julgo ver-te surgir altivo e forte:
E, Portugal mostrando ao universo,
Dizeres:--«Eil-a! A patria... foi meu norte;
Hoje, reliquia de passadas glorias,
Como outr'ora não conta já victorias!»