II
Ó voluptuosidade! tu és a imagem do Oceano nos teus caprichos. Agora embalas-te, dôcemente doirada com os ultimos raios do sol: depois dormes tranquilla, aos calores silenciosos: por fim agitas-te, cheia de tempestades.
Ó voluptuosidade! tu és a imagem do Oceano nos teus caprichos. Agora embalas-te, dôcemente doirada com os ultimos raios do sol: depois dormes tranquilla, aos calores silenciosos: por fim agitas-te, cheia de tempestades.