+MINIATURA+

O ceo puro e sereno,
O mar auri-fulgente,
O ar tepido, ameno,
O campo sorridente,

A rama do arvoredo,
A frança dos salgueiros,
A voz do fragoedo,
Que limpidos ribeiros!

Ao fundo entre a folhagem
Beijada pela aragem
Risonha reclinada

Estavas tu, Elvira.
Eu empunhando a lyra
Cantei a minha amada.

Angra do Heroismo, 1982