PREFÁCIO
No outono passado encontrou o autor numa livraria da California um livrinho com o seu nome no frontispicio—livro que êle não sabia que existia, que não escrevera, nem adornara com o titulo que o encimava. Não repele porêm essa erradía publicação, extraída de apontamentos de uma alocução sua que alguem lhe ouviu e antes lhe parece ter já feito algum bem; mas devido ás imperfeições que lhe encontrou, julgou acertado fazer dela uma edição mais completa. O tema, como os outros que o precedem nesta série de alocuções, representa sómente um aspecto do vasto assunto—aquêle que é aplicável ao homem. O claro-escuro é, naturalmente, adequado a esta concepção. E pedimos á benévola atenção do leitor para se manter dentro dêstes limites, afim de não estranhar o ficarem no escuro alguns pontos que a teologia, sempre, e por direita razão, nos ensinou a fazer sobresaír.
Uma simples prédica, que um amigo nosso dirigiu a alguns modestos habitantes duma região montanhesa, que costumamos frequentar, foi que primeiramente chamou a nossa atenção para o lado prático desta solução do problema mais importante que existe na tentativa da vida cristã.
O que se segue, é em grande parte devido á manhã daquêle Domingo.