CAPÍTULO I


Brevissima notícia da noção de Leis Fundamentais até à implantação do regimen constitucional3-38
1.
A noção da lei fundamental desde o começo da Monarquia até à Restauração. [3-7]
2.
Necessária conformidade das novas leis ao direito do reino. O Chanceler mór do reino. [7-8]
3.
As leis contra o direito do reino. O direito de representação das côrtes [9-10]
4.
A noção comum da lei fundamental nos teóricos da Restauração. As doutrinas da soberania popular. O conceito de pacto. [10-15]
5.
O pacto e o rei. O rei não pode alterar o govêrno da república. [15-22]
7.
A noção da lei fundamental nas côrtes de Lisboa de 1679 e 1697. [22-24]
8.
A noção da lei fundamental na era pombalina. Seu objecto, sua forma. O Principe «faz as Leis e as deroga quando bem lhe parece». Não há contra os reis «mais recurso que o do sofrimento». [25-32]
9.
Era de crise: o conflicto entre nós. Paschoal de Mello e Antonio Ribeiro dos Santos como figuras representativos das ideias monarquicas e das ideias democráticas. O conceito das leis fundamentais. Sua forma e objecto. 1820—O constitucionalismo.[32-38]