PRIMEIRA QUINZENA
I
Senhor,—
Não posso attendel-o. Tenho deveres sagrados a cumprir, uma posição social a zelar. Esqueça-me.
(Sem assignatura).[{140}]
II
Senhor,—
Julgo-o um cavalheiro e acredito-o sincero, por causa da assiduidade com que me procura. Acceito o seu convite para jantar,—mas somente no intuito de o dissuadir d'essa loucura que nunca poderá ser correspondida. Até logo.
ELISA.
III
Sympathico amigo,—
Porque insiste? Estimo-o como um camarada, quasi como a um irmão. Não posso, entretanto, perdoar-lhe a impertinencia:—meu marido nunca será enganado.
ELISA.[{141}]