JML
- Lacerda, seu brazão. 3. 15. [102].
- Ladroens, tem entre si suas leys. Disc. 8. p. [376].
- Lagarto, seu brazão. 3. 14. [100].
- Lago, seu brazão. 3. 14. [100].
- Laãs, por muitas rezoens convem não se vendão a Estrangeiros, em Portugal. 1. 4. [16].
- Lançaõ, seu brazão. 3. 14. [100].
- Lancastre, seu brazão. 3. 14. [100].
- Landim, seu brazão. 3. 5. [89].
- Lara, seu brazão. 3. 14. [100].
- Lazedo, seu brazão. 3. 13. [99].
- Leaes, que moeda era. 4. 31. [179].
- Leal, seu brazão. 3. 4. [88].
- Leaõ, seu brazão. 2. 6. [93].
- Ley, seu brazão. 3. 5. [90].
- Leytaõ, seu brazão. 3. 16. [106].
- Leitaõ, seu brazão. 3. 5. [89].
- Leite, seu brazão. 3. 12. [98].
- Ley, Agraria seu principio. 1. 5. [25].
- Leys, sobre a grandeza dos dotes. 1. 8. [30].
- Leys, não pòdem permanecer sem a milicia. 2. 1. [32].
- Ley, de Lycurgo a favor dos que morrem pela patria. 2. 1. [33].
- Leys, que se guardavão nos Exercitos. 2. 8. [46].
- Ley, dos Lacedemonios sobre a peregrinação. 8. 1. [245].
- Leys, mais modernas que os costumes. Disc. 8. p. [295].
- Ley, verdadeiro mantimento do povo. Disc. 8. p. [409].
- As de Julio Cesar, e Lycurgo sobre a temperança no comer. Disc. 8. p. [307].
- Leme, seu brazão. 3. 4. [88].
- Lemos, seu brazão. 3. 9. [96].
- Leoens, nos Escudos sua origem. 3. 4. [87].
- Que Familias os uzão nos Escudos. 3. 4. [88].
- Leovigildo Rey, que moedas bateo em Hespanha. 4. 4. [148].
- Letras, Reys insignes nellas. Disc. 8. p. [355].
- ElRey D. Joaõ III. as mandou aprender a varios sogeitos na Universidade de Pariz á sua custa. Disc. 8. p. 330. e [383].
- Liberdade, não se conserva sem a milicia. 2. 1. [38].
- Lima, seu brazão. 3. 15. [101].
- Limpo, seu brazão. 3. 5. [90].
- Linho, o melhor he o de Portugal. 1. 4. [18].
- Lisboa, por quem foy fundada. 5. 2. [197].
- Foy murada no tempo delRey D. Fernando. 2. 12. [61].
- He Raynha do Mar Occeano. 2. 15. [69].
- He abundante de madeira para embarcaçoens. [ibidem].
- Lisongeiros, males que causaõ aos Principes. Disc. 8. p. [377].
- Liuva Rey, que moedas bateo em Hespanha. 4. 7. [152].
- Livra, que moeda era, e o que valia. 4. 38. [187].
- Foy a primeira moeda que lavrarão os Romanos. [ibidem].
- As de dez soldos o que valião. 4. 39. [188].
- Diversos generos dellas. 4. 38. [187]. e [188]. e [189].
- Livrinhas, o que valião. 4. 40. [189].
- Lobato, seu brazão. 3. 14. [100].
- Lobeira, seu brazão. 3. 14. [100].
- Lobia, seu brazão. 3. 14. [100].
- Lobo, seu brazaõ. 3. 14. [100].
- Lobo, seu brazão. 3. 4. [88].
- Loja, seu brazão. 3. 6. [93].
- Lopo Rodrigues Camello, o que passou com ElRey D. Sebastião na ponte do Mondego. 3. 16. [108].
- Lordelo, seu brazão. 3. 5. [90].
- Loronha, seu brazão. 3. 12. [98].
- Louça, em Lisboa se fabricou como a da China. 1. 4. [19].
- Loureiro, seu brazão. 3. 16. [107].
- Lousada, seu brazaõ. 3. 14. [100].
- Louvor, principal a quem se deve dar. Disc. 8. p. [309].
- Lucena, seu brazaõ. 3. 14. [100].
- Lucio, seu brazão. 3. 14. [100].
- Lucio, Quincio Cincinato de lavrador pobre sobio à dignidade de Ditador de Roma Disc. 8. p. [368].
- Lugares, ou Colonias, do Alentejo seus Fundadores. 1. 5. [21].
- D. Luiz de Amaral, Cardeal seu Elogio. 8. 9. [257].
- Luiz de Sousa, Cardeal seu Elogio. 8. 16. [269].
- Luiz Landrasi, escusas que deo para naõ aceitar o Imperio para que estava eleito. Disc. 8. p. [331].
- Luna, seu brazaõ. 5. 14. [100].