LXXIII.
Da rua das adegas o Thebano,
Que da parternal coxa foi nascido,
Olhando o ajuntamento tão ufano,
Ser do seu bom André aborrecido,
No pensamento cuida um falso engano
Com que seja de todo destruido.
E em quanto isto n'alma imaginava
Um borrachão tomando assi fallava.