XXII.
'Stava Francisco alli sublime e dino,
Vermelho como os raios de Vulcano;
Por sceptro tinha um copo crystalino
De cheiroso licor, mas não d'este anno;
Da boca lhe sahia um ar tão fino,
Que em vinho convertêra um tigre hyrcano;
Dos ramos tinha c'rôa rutilante
Em que tornou a Daphne seu amante.