XXIX

«Fóra, fóra caxorro, não te aturo
Que me feres as bordas do coninho!»
E com desembaraço um tezo, e duro
Bofetão lhe arrumou pelo focinho:
Tomou em tom de graça o monstro escuro
A affrontosa pancada, e com carinho
Disse para a mulher: «Brincas comigo?
Pois torno-te a foder, por teu castigo.»