I.
Era na meya idade, a q̃ chegava
Em fraguas de Zafir o Sol, q̃ ardia,
e nas asas do tẽpo, q̃ passava,
Icaro de seus rayos era o dia
Quando pois com as chammas se abrasava,
Que morrer incendîdo entaõ queria,
Sendo por renascer com novo alarde,
Em cinzas de rubim Féniz da tarde.