II.
Na corte em que morais louvais a fonte,
O monte, a solidaõ, bosque cerrado,
Da qual muito dizeis do prado, e monte,
Mas muyto mais se vè no monte, e prado;
Por mais que ninguem diga, e mais que cõte
Naõ fica ditto nada, nem contado,
Porque he o que se diz morta pintura,
E o que se vè real viva figura.