III.
Sempre senti pezar, nunca alegria,
Nunca em vòs descançei, sempre cançava,
O bem que achava em vòs, de mim fugia,
Mas se me achava o mal, em mim parava:
A treição me dava, e me feria
Se delle por diante me escuzava,
Notai deste meu mal este segredo,
Que sendo matador, he falso, e tredo.