LXII.
Paray, detende a furia procellosa,
Paray, paray, detende o bruto alento:
Que contra o fresco mimo de huma Rosa,
Ah! que sobeja hum Sol, e basta hũ vento?
Mas ay! discreta Ignez, Garça formosa,
Remonta agora mais teu soffrimento,
Que temo, linda Ignez, teus lindos brios
Accrescentem coraes a tantos fios.