LXVIII.

Qual o Lyrio gentil nas mãos da tarde,
Quando fragoas se alenta, incendios gyra,
Funesta tumba de seu mesmo alarde,
Bebendo rayos, abrazado espira:
O que roxo matìz a pennas arde,
Parda nuvem murchando se retira,
Em quanto a Aurora tarda, q̃ de hum rayo
Lhe corre galas para novo ensayo.