VI.

Nenhum seu proprio estado já respeita
E trazem nas aldeas em que moraõ
Rebuços de virtude contrafeita,
E rostos naturaes do mal que adoraõ:
Condẽnam a ley do Ceo por muito estreita,
E em todas por seu mal sempre peòram,
Taõ amigos do bem, que vivo o enterram,
E taõ destros no mal, que nunca o erraõ.