XII.
Mas ó razaõ perversa, e infernal,
Pois tens a eleiçaõ taõ cega, e injusta,
Que queres dar hum bem que tanto val,
Por hum perverso mal, que tanto custa:
Que por iguaes teu bem, queiras teu mal,
E que aborreças tanto a vida justa?
Que ames mais que a vida a morte dura,
Ó grande mal, estranha desventura.