XLV.

E vós Rosas no mimo de huma Aurora
Lograis de vossa adôrno a pompa bella,
Que talvez por firmar vossa melhóra,
Tivéstes no nascer tão boa estrella:
Mas oh! que no pesar, que chóro agora,
Nestes fogosos ays, que o peito anéla,
Escolhe minha estrella em triste forte
Por pena a vida, por lisonja a morte.