XLVII.
E tû bruto penhasco inhabitado,
Tosco sepulcro de huma clara fonte,
Es agora de flores matizado,
Idolo de crystal, gala do monte:
Mas oh tyranna dor! que meu cuidado
Hoje lamenta o mal, que chorou honte,
Vendo, que teu terror com bruto aviso
Honte foy Polifêmo, hoje he Narciso.