XXIV.

Qual quando na manhaã naufrága o dia
Nos undósos crystaes, que o Céo desata,
O Jasmim desmayado se agonîa
Dos acháques da gotta, que o maltrata:
Em desares trocando a galhardia,
Icaro já nas agoas se retrata,
O que lisonja foy taõ prateada,
Se no prado jasmim, nas ondas nada.