XXVI.
Ay triste solidaõ! ay pena ingrata!
Quanto menos cruel foras agora,
Se permittindo a magoa, que maltrata,
Naõ roubáras a gloria, que te adóra:
Mas esta dôr naõ fora, que assi mata,
Rigoroso pesár, se assi naõ fora;
Pois naõ se méde o mal de quem suspira,
Pelo que tem, senaõ pelo que tira.