XXXV.

E menos podeis ser a meus sentidos
Deleitoso carinho na saudade,
Lisonjeiros arroyos, que atrevidos
Solicitaes dos olhos a vaidade:
Mas como? se a meus ays, e a meus gemidos
Multiplicaes melhor a soledáde;
Pois em vós retratado, e descontente,
De mim mesmo me vejo estar ausente.