GLOZA.
Deos de Amor, sempre a ventura
De tuas mãos pendente vi:
Tu pódes tudo; sem ti
Nada no mundo figura.
Recolhe da terra dura
Fructo immenso o Lavrador;
Mas occulto dissabor
No fundo da alma lhe diz,
Que não chega a ser feliz
Quem não chega a ter amor.