GLOZA.

Vão pensamento, descança,
Reconhece as forças minhas:
Tu não sabes, que caminhas
Por passos sem esperança?
Junto da corrente mansa
Me pões do dourado Tejo:
Cá de longe o sitio vejo:
Mas não devo hum passo dar,
Que eu não mereço chegar
Onde me leva o dezejo.