| Fraqueza
dos recursos militares do Reino. Papel
glorioso da marinha
nacional | [98] |
| As
prezas de Lord
Cochrane | [100] |
| Entrevista
confidencial de Villa Real com os enviados
brazileiros | [100] |
| Novas
conferencias no
Foreign Office. Má vontade
da Austria. Juizo de Metternich sobre
Canning | [102] |
| Projecto
de tratado apresentado por George
Canning | [103] |
| Insistencias
de Villa Real e evasivas de Brant e
Gameiro | [104] |
| Espirito
de rebellião no
Brazil | [105] |
| Aspecto
moral da capital
brazileira | [107] |
| Recusa
para a
transmissão do projecto
Canning | [109] |
| Canning
transmitte seu proprio projecto de tratado
para Lisboa | [110] |
| Solicitude
de Canning
pelas
negociações | [111] |
| Affazeres
da
Legação | [112] |
| Emprestimo
brazileiro prejudicado pela revolução
pernambucana de 1824. Esperanças portuguezas.
Fuga de Manoel de
Carvalho | [113] |
| Brant
e Gameiro recebem novas instrucções. O
armisticio
e a successão ao throno
portuguez | [116] |
| Pretenções
portuguezas a suzerania. Vantagens
commerciaes offerecidas pelo
Brazil | [120] |
| Opposição
portugueza. Idéas de
Palmella. Sympathia
de Canning | [122] |
| Contra-projecto
portuguez | [123]
|
| Esforços
dos enviados brazileiros em favor da paz.
Correspondencia entre Brant e
Palmella | [125] |
| Observações
da Chancellaria Brazileira ao
projecto
de Canning | [127] |