VI.

Eu vos adoro, vigilante Pastor, e vos reconheço infinitamente bom e agradavel: eu vos offereço, em satisfação das ignorancias culpaveis, que são causa de vos offendermos todos os dias, os sublimes conhecimentos dos Querubins, com os quaes espero eternamente dizer, e cantar: Bemdito, e louvado, etc.