Treme-te a voz affeita ás blasphemias e as pragas,
Ó nauta! Olha-a, de pé, virgem morena e pura,
Que aos teus beijos entrega, em plena formosura,
—Os dous seios que, ardendo em desejos, afagas.…
Beija-a! O sol tropical deu-lhe a pelle dorada
O barulho do ninho, o perfume da rosa,
A frescura do rio, o esplendor da alvorada.…
Beija-a! é a mais bella flor da Natureza inteira!
E farta-te de amor nesse carne cheirosa,
Ó desvirginador da Terra Brasileira![12]