E Dona Alda caminha.…
Uma porção de folhas a acompanha.…
Caminha.… Como um fulgido brilhante
O seu olhar fulgura.
Mas—que cruel!—ao dar um passo adeante,
Emquanto a barra do roupão sofralda,
Pisa um cravo gentil de lactea alvura.…
E este, sob os seus pés, inda murmura:
“Obrigado, Dona Alda.”[5]