Conhecer o prazer e a desventura

No mesmo tempo e ser no mesmo ponto

O ditoso, o miserrimo dos entes:

Isso é amor e desse amor se morre!

Amar, e não saber, não ter coragem

Para dizer o amor que em nos sentimos;

Temer que olhos profanos nos devassem

O templo, onde a melhor porção da vida

Se concentra; onde avaros recatamos

Essa fonte de amor, esses thesouros