“My pleasures,” he sings in his autobiographical poem Minha Vida (My Life) “are a banquet of tears! A thousand times you must have seen me, happy amidst the happy, chatting, telling funny stories, laughing and causing laughter. Life’s a drama, eh?” He is, indeed, as his lines reveal, a Brazilian Pagliaccio:

Porque julgar-se do semblante,—

Do semblante, essa mascara de carne

Que o homem recebeu pr’a entrar no mundo,

O que por dentro vai? E quasi sempre,

Si ha estio no rosto, inverno na alma.

Confesso-me ante vos; ouvi, contentes!

O meu riso é fingido; sim, mil vezes

Com elle afogo os ecos de un gemido

Que imprevisto me chega a flor dos labios;