Meu Deus, eu sinto e tu bem ves que eu morro
Respirando este ar;
Faz que eu viva, Senhor! dá-me de novo
Os gozos de meu lar!
Quero dormir a sombra dos coqueiros,
As folhas por docel:
E ver se apanho a borboleta branca
Que voa no vergel!
Quero sentar-me a beira do riacho