Ha dous mil annos eu soluço um grito.…

Escuta o brado meu lá no infinito,

Meu Deus! Senhor, meu Deus!…[2]

This poem is the Eli Eli lama sabachthani of the black race.

It is matched for passionate eloquence by the lashing lines that form the finale of O Navio Negreiro;

Existe um povo que a bandeira empresta

P’ra cobrir tanta infamia e cobardia!…

E deixa a transformar-se nessa festa

Em manto impuro de bacchante fria!…

Meu Deus! meu Deus! mas que bandeira é esta,