Nas alturas do Hymeto;

E Socrates, sentado sobre o leito,

Inda aos alumnos falla,

No silencio geral notando o effeito

Da razão que os abala.

A verdade sublime lhes revela

Em palavras ignotas,

Suaves como a voz de Philomela,

Ou do cysne do Eurotas.

Cebes, o proprio Cebes emmudece,